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Espetáculos

Monólogos da Vagina no Casino Estoril

 

A Yellow Star Company, com um elenco composto por Júlia Pinheiro, Paula Neves e Joana Pais de Brito e a encenação de Paulo Sousa Costa, trouxeram ao palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril, “Os Monólogos da Vagina” peça baseada na obra com o mesmo título escrita por Eve Ensler em 1996, já traduzida em mais de 45 línguas e representada em público.

 

A peça está dimensionada para um pouco mais de uma hora com boa disposição e humor em forma de vários pequenos monólogos que as três actrizes naturalmente apresentam.

 

O ambiente é muito intimista, com um cenário simples, mas pitoresco ao tema, com uma luz baixa, uma enorme tapeçaria vermelha, três cadeiras altas em que as atrizes representam os seus monólogos.

 

O tema como o próprio nome da peça indica anda à volta da vagina, com peripécias, abordagens inesperadas, umas mais suaves e outras mais ousadas.

 

A peça com a produção da Yellow Star Companhy está em digressão pelo país em que poderá ser consultada a sua agenda via Internet.

 

Vale a pela ver “Os Monólogos da Vagina”.

 

Texto: Vera Brás
Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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IV Gala Solidária dos Bombeiros do Estoril

 

O Casino do Estoril recebeu no Salão Preto e Prata no passado dia 08 de Outubro a IV Gala Solidária dos Bombeiros do Estoril.

 

Foi um espectáculo que contou com a participação artistas multidisciplinares e algumas actuações quase improváveis, mas não há impossíveis.

 

Na apresentação da Gala estiveram Júlio Isidro com Inês Simões, numa segunda fase Fernando Pereira com Joana Câncio.

 

Para abrir a noite Miguel Tira-Picos e Mónica Alves apresentaram uma bela coreografia acrobática de Novo Circo. Segue-se o comediante Nilton com a função de ter toda a sala a rir com as suas peripécias que fazem já parte do seu dia-a-dia.

Lenita Gentil abre a parte musical com a sua bela e inconfundível voz de fado, acompanhada à guitarra portuguesa e à viola. O momento musical seguinte foi protagonizado por Paula Teixeira em dueto com Manuel Rodrigues. O primeiro momento improvável em que se demonstrou que não há impossíveis, Paula Teixeira cantou com o apoio de crianças surdas que a acompanharam com linguagem gestual.

 

Luís represas actou primeiro a solo, seguindo-se em dueto com Filipe Cachopa.

 

Houve um momento de discursos com a intervenção de Vitor Paula Santos (Direcção dos Bombeiros Voluntários do Estoril), Pedro Morais Soares (presidente da União de Juntas de Freguesia de Cascais e Estoril), e ainda em representação da Câmara Municipal de Cascais, o Vereador Frederico Pinho de Almeida.

 

Simone de Oliveira continua o espectáculo com o vigor da sua voz em “Sol de Inverno”, tema que a levou a representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção de 1965.

 

Nuno e Henrique Feist mostram dois temas com voz e piano, sendo um deles a considerada música do século XX, “Over the Rainbow”.

 

Fez-se um momento de entrega de prémios aos patrocinadores, entidades essenciais à realização da Gala.

 

Já com a apresentação de Fernando Pereira e Joana Câncio, Mico da Câmara Pereira estreou  dois temas originais acompanhado pelos seus músicos, em mais uma situação improvável, com o um coro Gospel, o que foi um sucesso. O Saint Dominic's Gospel Choir entrou em palco com Mico, que depois continuou com mais alguns temas a solo.

 

Pedro Dyonysyo continuou a Gala com a sua banda. Fernando Pereira por momentos deixa de ser o apresentador e passa a ser Fernando Pereira o artista, o homem das 1000 vozes, que dá um espectáculo com a voz de vários artistas internacionais numa imitação inconfundível dos originais.

 

Os apresentadores falam ainda sobre o padroeiro dos bombeiros, desmistificando alguma confusão que ainda há sobre o patrono S. Floriano.

 

Entregou-se as salvas de prata a Vitor Paula Santos, Joaquim Barbosa e Filipe Cachopas.

 

Para fechar em grande a Gala, os seus embaixadores entram em palco, começando com Cuca Roseta acompanhada ao piano, e Rui Veloso que nos dá o terceiro e último dueto improvável, a fadista a cantar com um artista de blues.

 

Foram algumas horas de espectáculo, com uma grande variedade de artistas, a maioria deles do mundo da música, alguns com desafios que provavelmente nunca pensariam neles senão nesta Gala.

 

Texto: Vera Brás
Fotos: Pedro MF Mestre

 

 

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Felipe Mato encerra o Festival de Flamenco de Setembro no Casino do Estoril

 

O bailarino Felipe Mato com  o seu quarteto composto por Diego Villagas (Saxofone, Flauta e Harmónica), Ana Real (Voz e Palmas), Encarna La Chabuca (Voz e Palmas) e Juan María Real (Guitarra), deram um espectáculo único no encerramento do Festival de Flamenco de Setembro no Lounge D do Casino do Estoril.

 

Da dança ao canto, com uma coreografia muito baseada no movimento rápido e de precisão, contando também com alguns momentos mais intimistas Felipe Mato mostrou ao público a sua arte com três cenários diferentes.

 

No primeiro, o artista flamenco entra em palco vestido com fato escuro e acompanhado com uma capa vermelha e preta apresentando a sua dança em cumplicidade com ela.

 

Nas suas duas entradas seguintes numa usa casaco branco com calças beges e laço comprido, o qual ainda usa na sua apresentação, e na entrada final veste fato preto com camisa branca mantendo o seu lenço longo.

 

Entre as actuações de Felipe, o seu quarteto tem uma actuação também impar, em que tanto Ana Real como Encarna La Chabuca mostram a solo a beleza e a projecção das suas vozes acompanhadas por palmas, a guitarra de Juan María Real assim como os instrumentos de sopro de Diego Villagas.

 

No final, o artista faz os seus agradecimentos, as cantoras recebem ramos de flores, e não deixam o público sem um tema extra, desta vez todos os artistas na frente palco acompanhados pela guitarra e palmas, mostraram dança e canto de uma forma mais descontraída mas com a sua beleza e profissionalismo.

 

Felipe Mato começou a sua formação em dança clássica, ballet clássico e flamenco no Conservatório de Dança de Sevilha e na Escola Matilde Coral. Começa a dançar aos catorze anos e a actuar nos mais variados palcos europeus, assim como em concursos internacionais como o de Jovens Intérpretes da Bienal de Sevilha em 2002, e foi finalista no Concurso Nacional de Córdoba, além de outras participações em que se destacou como por exemplo bailarino na Companhia Mario Maya. Além de dançar, também faz da dança ensino sendo professor na Escola Sebilhana Taller Flamenco.

 

Ficamos a aguardar pelo próximo Festival de Flamenco no Casino do Estoril possivelmente para o início de 2020.

 

Até lá, a Associação Flamenco Atlântico ainda tem para 2019 uma oferta de espectáculos de arte flamenca em Portugal com actuações em Lisboa, Lagoa, Évora e Porto (consultar em flamencoatlantico.com)

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

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Estreia de “Saturday Night Fever” no Casino do Estoril

 

19 de Setembro foi a data escolhida para a estreia do musical “Saturday Night Fever”, uma produção da Yellow Star Company, inspirado no filme da Paramount de 1977, encenada por Paulo Costa Sousa, com um elenco de actores e bailarinos de alta qualidade, fizeram reviver a época dos anos 70 nos Estados Unidos da América.

 

Aqui temos a acção a decorrer num bairro de Brooklyn, em que Tomy Manero, um dos filhos rebeldes de uma típica família americana, com o seu trabalho numa loja de tintas durante a semana e ao fim de semana, tal como era moda na altura, o ferver pela dança nas pistas das melhores discotecas da zona.

 

Pelo meio há amores e desamores entre os personagens, Tomy decide concorrer a uma prova de dança, treina, conquista a amizade de uma excelente bailarina que o ajuda a levar ao palco do concurso prontos para ganhar o prémio monetário e a possibilidade de participar na dança nos melhores palcos da discotecas da área.

 

De facto entre história e dança, o palco foi muito interactivo, com efeitos especiais, desfrutou-se da tecnologia de ecrã de fundo, plataformas elevatórias, um grande conjunto de efeitos que deram uma vida extra ao espectáculo em si o é.

Já a aproximarmo-nos da fase final, parece que tudo desmorona, um conjunto de acontecimentos fazem ir para além dos objectivos que Tomy traçara para si, como também os do seu irmão padre, chegamos a uma situação em o que vai acontecer agora. A surpresa fica marcada para a sua ida ao espectáculo que decorre de Quinta-Feira a Sábado, às 22 horas, e aos Domingos às 17 horas no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril.

 

No final da peça, os dançarinos convidam o público para os acompanhar no palco numa curta dança. Ainda convenceram algumas pessoas, o que realmente fez uma excelente interacção com a plateia.

 

Terminando o espectáculo, Carla Matadinho, directora geral da Yellow Star Company fez os habituais agradecimentos a todos que fizeram acontecer o “Saturday Night Fever”, e relembrou que fez nessa noite um ano da estreia da sua equipa no palco do Salão Preto e Prata do Casino do Estoril com o musical “Grease”.

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

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Família De Los Reys – Abertura do Festival Flamenco Casino Estoril – Setembro 2019

 

O Lounge D do Casino do Estoril, recebeu a 4 de Setembro o primeiro de quatro espectáculos do Festival Flamenco Casino do Estoril da edição de Setembro de 2019.

 

A protagonizar o espectáculo esteve a famosa Família De Los Reys a demonstrar que a tradição do flamenco também atravessa as gerações. Este palco durante cerca de uma hora quase se transformou num de um famoso tablao.

 

Tendo o espectáculo iniciado com uma coreografia das irmãs Saray e Lole De Los Reys, com traje dominante de preto e vermelho e branco e vermelho respectivamente. De seguida cada elemento da família mostrou a solo a sua arte de dança em palco.

 

Lole manteve o traje branco e ligeiro com os típicos folhos e com uma dança ritmada, já Saray usou o seu vestuário preto e vermelho e a sua actuação variou entre um modo mais intimista contando também com alguns movimentos mais repentinos. O patriarca desta família, o Mestre Juan de Los Reys dançou com um ritmo de movimentos lentos e com um sapateado bem marcado. Usou uma luz mais baixa de forma a tornar o ambiente único e adequado à demonstração que quis apresentar ao seu público.

 

Na fase final, entraram de novo em palco os três artistas, primeiro a solo e para fechar a noite, numa coreografia conjunta de pai e filhas formando um trio. Com a companhia de Jesús Corbacho e Jordi Flores fizeram a última dança a cinco a sair do palco.

 

Juan de Los Reyes é considerado um dos grandes mestres da dança flamenca cigana, e tanto Lole de los Reyes como Saray De Los Reyes seguiram as pisadas do pai.

 

O Mestre Juan, de momento dedica-se ao ensino do flamenco na sua escola, o estúdio “De los Reyes”. Iniciou-se a esta arte ainda em criança com o mestre Pepe Ríos. Mais tarde aperfeiçoou o seu Flamenco com o mestre Antonio Montoya Flores “Farruco”. Tem um vasto currículo com participações em festivais, no filme “Bodas de Glória”, trabalhando também nos mais variados tablaos de Sevilha e Barcelona.

 

Lole de Los Reyes, de origem sevilhana, aprendeu a essência do flamenco com o seu pai, Mestre Juan. Continua o seu estudo com a mestre Farruca, tendo actuações nos mais conceituados tablaos da Andaluzia e de Madrid.

 

Já Saray de Los Reyes, também filha do grande Mestre Juan de Los Reys, começou nesta arte com apenas 5 anos de idade. Continua as suas aulas com La Farruca, que a lança no mundo da dança aos 16 anos no espectáculo “Gypsy” na 25ª Bienal de Arte Flamenco de Sevilha. Continua a somar pontos em vários palcos e projectos. Actualmente para além da dança,  também é professora na escola de seu pai, a escola “De Los Reys”.

 

No palco do Lounge D do Casino do Estoril, este trio familiar foi acompanhado por Jesús Corbacho na voz e ritmo de palmas, assim como  Jordi Flores na guitarra flamenca. São dois prestigiados músicos, contando com uma vasta experiência na arte flamenca com formação em conceituadas escolas obtendo distinções pela excelência do seu trabalho,  com discos gravados e acompanhando conceituados artistas em espectáculos pelo mundo fora.

 

O Casino do Estoril ainda vai receber mais três espectáculos integrados neste Festival de Flamenco nas quarta-feiras do mês de Setembro.

 

Texto e Fotos: Pedro MF Mestre

 

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Festa do Avante 2019

 

Fotos de José Carlos Pinto

 

Rock in Rio Celebration - James

 

Fotos de Alexandr Rosado Albuquerque

 

Festa do Avante 2019

 

Fotos de José Carlos Pinto

 

Festa do Avante 2019

 

Fotos de José Carlos Pinto

 

Festas do Mar 2019

 

Durante 10 dias seguidos a Baía de Cascais recebeu concertos com bandas bem conhecidas do público português.

 

O cartaz contou com duas actuações por noite no palco principal situado na Baía desta vila piscatória, e ainda em algumas tardes houve animação no Palco Cidadela (novidade desta edição das Festas do Mar) em que também passaram por lá músicos tais como Tontos, Maria Bradshaw, Cherry, Madrepaz, Bateleurs, Valada e Namorados da Cidade. Este tipo de actuação género de Sunset party, que permite um momento de descontracção ao fim da tarde, algo que está a ganhar moda.

 

Alguns artistas já tinham actuado no palco principal no passado, contudo o seu regresso é sempre uma festa.

 

O primeiro dia de tarde atuaram os Tontos, e a noite ficou marcada pela música de Flak e do Virgul.

 

Ao longo das restantes noites passaram por Cascais: Basset Hounds, Jorge Palma & Sérgio Godinho, Her Name Was Fire, Anselmo Ralph, Gonçalo Bilé, Fernando Daniel convidando os Átoa, Enoque, Paulo Gonzo, Silvana Peres, Ana Moura, Look a Like, Ana Vitória, Sô Gonzalo, Amor Electro, Mur Mur, The Gift e no último com Boémia na primeira parte da grande celebração do regresso dos Delfins a este palco com a Orquestra Sinfónica de Cascais e os seus convidados.

 

O fado, como tendo vindo a ser tradição, tem o dia marcado para a Quarta-feira, primeiro com o “Fado à Janela” nos Paços do Concelho (com as vozes dos fadistas Gonçalo Castelbranco e Sara Paixão) acompanhados à viola, guitarra portuguesa e baixo. Logo de seguida, já no palco principal, a noite pertenceu a Silvana Peres e Ana Moura.

 

Para finalizar em grande este festival, um dos poucos gratuitos ao longo do país, reuniram-se os Delfins (banda que terminou há cerca de 10 anos) para um concerto com convidados como Ana Bacalhau, Héber Marques, Joana Espadinha, João Pedro Pais, Maria Leon, Miguel Gameiro, Olavo Bilac e Tim. Foram acompanhados pela Orquestra Sinfónica de Cascais, conduzida pelo maestro Nikolay Lalov. A actuação esteve dividida numa parte com seus convidados em palco e outra com a banda acompanhada pela Orquestra para dar aos seus fãs um momento de nostalgia da mítica banda de Cascais.

 

O final foi marcado pelo tradicional Fogo de Artifício.

 

Texto: Vera Brás

 

Fotos: Pedro MF Mestre (ver álbuns em “Espaço Cultural”)

 

Festas do Mar 2019

 

Concerto: Fado à Janela -  Mur Mur

Fotos de Pedro MF Mestre

 

Concerto: The Gift

Fotos de Pedro MF Mestre

 

Periodicidade Diária

quarta-feira, 23 de outubro de 2019 – 18:29:52

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