14 anos ao serviço do Desporto em Portugal

Visita guiada às escavações arqueológicas na Amadora

 

 

Os trabalhos arqueológicos que têm vindo a ser desenvolvidos nos últimos anos na Villa Romana da Quinta da Bolacha e no Sítio do Moinho do Castelinho, e que permitem conhecer o património histórico e arqueológico do município e da Amadora, irão ser explicados ao pormenor, pela arqueóloga Gisela Encarnação, no dia 27 de Julho, entre as 10h00 e as 12h00.
 
Os visitantes terão oportunidade de visitar e saber mais sobre estes dois sítios romanos de importância considerável, no panorama nacional e regional e conhecer os resultados obtidos nas últimas escavações.
 
O Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira, sede do Museu Municipal de Arqueologia, será o ponto de encontro desta visita gratuita, que se realiza com o mínimo de 10 participantes.
 
Inscrição prévia, até dia 25 de julho, por telefone (214 369 090) ou e-mail (Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.).
Destinatários: famílias e participantes individuais. 
 
Sítio romano do Moinho do Castelinho

O sítio romano do Moinho do Castelinho, foi descoberto nos anos 60 do século XX, por António dos Santos Coelho e tem sido objeto, desde 2011, de trabalhos arqueológicos, sob a responsabilidade do Museu Municipal de Arqueologia, da Câmara Municipal da Amadora.

Até ao momento, foram identificadas duas fases de ocupação, uma correspondente a uma zona habitacional e outra a uma necrópole, com quase 30 sepulturas postas a descoberto, onde foram recolhidos materiais diversos, como lucernas e púcaros em cerâmica.
 
Villa romana da Quinta da Bolacha

A villa romana da Quinta da Bolacha localiza-se na freguesia da Falagueira-Venda Nova e foi descoberta em 1979 no âmbito da prospeção que se realizava ao aqueduto romano identificado no Município da Amadora.

Ao longo de vários anos foram realizadas campanhas de sondagens que resultaram na descoberta de estruturas romanas preservadas pertencentes a uma villa, que chegam a atingir 1m de altura.

Com o desenvolvimento de todos estes trabalhos arqueológicos foi possível, não só propor uma área de implantação dos vestígios, com cerca de 3 mil m3, como identificar contextos selados integráveis nos séculos III a VI da nossa era, devido aos inúmeros materiais recolhidos.

Como curiosidade, refere-se, que nos contextos de revolvimento foram recolhidos vestígios de ocupação da Idade do Bronze, de época romana correspondentes ao século I/II e do período islâmico, conferindo-lhe, deste modo uma elevada importância a nível local.

 

 

Periodicidade Diária

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019 – 07:33:22

 

 
Feliz Natal e um
 
Próspero Ano Novo
 
 
Boas Festas!
 

 

Pesquisar

Vamos ajudar!

Como comprar fotos

Atenção! Este portal usa cookies. Ao continuar a utilizar o portal concorda com o uso de cookies. Saber mais...