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Galinheiras vai organizar a 21.ª edição do grande prémio

O Centro de Atletismo das Galinheiras leva a efeito hoje, na pista da Alta de Lisboa (junto ao eixo norte-sul, saída ameixoeira), a partir das 14:00 horas, mais uma edição do grande prémio de marcha atlética (13.ª Légua CAG), uma das mais interessantes provas promocionais do panorama desportivo nacional.
 
A competição é destinada a todos os escalões etários, incluindo, ainda, a realização de uma prova específica para portadores de deficiência cognitiva. Até ao momento inscreveram-se 243 atletas, em representação de 32 clubes, provenientes de 6 associações distritais, contando-se ainda com a delegação espanhola da Extremadura e uma atleta do Interwalk da Lituânia.
 
O número, absolutamente anormal, de inscrições verificadas, levou a que José Henriques, presidente do CA Galinheiras, comentasse connosco a preocupação, ultrapassável, com os encargos que a elevada participação acarreta, nomeadamente quanto à necessidade do reforço com o beberete que a organização tradicionalmente oferece aos seus convidados.
 
De acordo com o regulamento (secção “Docs” ao cimo da página), haverá prémios individuais para os dez primeiros de cada escalão, prémios surpresa para os vencedores absolutos das provas de 5.000 metros (masculinos e femininos) e lembranças a todos os participantes na prova especial para deficientes, bem como taças para as dez primeiras equipas da geral colectiva.
 
Uma das boas ideias postas em prática pelo clube presidido por José Henriques, antigo recordista nacional do salto com vara, ao serviço do Benfica, é a decisão de atribuir um prémio especial com o seu nome aos melhores tecnicistas dos escalões mais jovens, isto de acordo com a votação de um júri nomeado para o efeito. Recorde-se, a este propósito, que durante várias edições do Troféu “Marchador Jovem”, prova integrada no programa dos Campeonatos Nacionais de Marcha, a FPA apoiou este tipo de iniciativa, infelizmente posta de lado há alguns anos.
 
O CAG tem primado, ao longo de décadas, por um frutuoso trabalho junto dos mais jovens atletas do Bairro das Galinheiras, surgindo regularmente atletas com potencialidades para a prática da marcha atlética e que bons resultados obtêm nas principais competições nacionais.
 
António Gaspar é um desses exemplos. Revelou-se enquanto infantil, ao vencer o Torneio Inter-Associações de Infantis, prova integrada nos Nacionais de Marcha, realizados em Viseu, no ano de 1989. Estabeleceu, neste ano, a melhor marca nacional dos 1.000 metros em pista, contribuindo, no ano seguinte, já como iniciado, para a vitória da seleção de Lisboa no Torneio Nacional Olímpico Jovem. É o homenageado desta edição que ocorrerá na sede do clube, por ocasião da entrega dos prémios.
 
Os juízes de marcha, nomeados pelo Conselho de Arbitragem da Associação de Atletismo de Lisboa, são os seguintes: Joaquim Graça (juiz-chefe), José Dias, Bruno Carriço, Carla Carriço e Luís Gomes.
O Centro de Atletismo das Galinheiras leva a efeito hoje, na pista da Alta de Lisboa (junto ao eixo norte-sul, saída ameixoeira), a partir das 14:00 horas, mais uma edição do grande prémio de marcha atlética (13.ª Légua CAG), uma das mais interessantes provas promocionais do panorama desportivo nacional.
 
A competição é destinada a todos os escalões etários, incluindo, ainda, a realização de uma prova específica para portadores de deficiência cognitiva. Até ao momento inscreveram-se 243 atletas, em representação de 32 clubes, provenientes de 6 associações distritais, contando-se ainda com a delegação espanhola da Extremadura e uma atleta do Interwalk da Lituânia.
 
O número, absolutamente anormal, de inscrições verificadas, levou a que José Henriques, presidente do CA Galinheiras, comentasse connosco a preocupação, ultrapassável, com os encargos que a elevada participação acarreta, nomeadamente quanto à necessidade do reforço com o beberete que a organização tradicionalmente oferece aos seus convidados.
 
De acordo com o regulamento (secção “Docs” ao cimo da página), haverá prémios individuais para os dez primeiros de cada escalão, prémios surpresa para os vencedores absolutos das provas de 5.000 metros (masculinos e femininos) e lembranças a todos os participantes na prova especial para deficientes, bem como taças para as dez primeiras equipas da geral colectiva.
 
Uma das boas ideias postas em prática pelo clube presidido por José Henriques, antigo recordista nacional do salto com vara, ao serviço do Benfica, é a decisão de atribuir um prémio especial com o seu nome aos melhores tecnicistas dos escalões mais jovens, isto de acordo com a votação de um júri nomeado para o efeito. Recorde-se, a este propósito, que durante várias edições do Troféu “Marchador Jovem”, prova integrada no programa dos Campeonatos Nacionais de Marcha, a FPA apoiou este tipo de iniciativa, infelizmente posta de lado há alguns anos.
 
O CAG tem primado, ao longo de décadas, por um frutuoso trabalho junto dos mais jovens atletas do Bairro das Galinheiras, surgindo regularmente atletas com potencialidades para a prática da marcha atlética e que bons resultados obtêm nas principais competições nacionais.
 
António Gaspar é um desses exemplos. Revelou-se enquanto infantil, ao vencer o Torneio Inter-Associações de Infantis, prova integrada nos Nacionais de Marcha, realizados em Viseu, no ano de 1989. Estabeleceu, neste ano, a melhor marca nacional dos 1.000 metros em pista, contribuindo, no ano seguinte, já como iniciado, para a vitória da seleção de Lisboa no Torneio Nacional Olímpico Jovem. É o homenageado desta edição que ocorrerá na sede do clube, por ocasião da entrega dos prémios.
 
Os juízes de marcha, nomeados pelo Conselho de Arbitragem da Associação de Atletismo de Lisboa, são os seguintes: Joaquim Graça (juiz-chefe), José Dias, Bruno Carriço, Carla Carriço e Luís Gomes.
 
O Marchador

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sexta-feira, 22 de novembro de 2019 – 04:28:09

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