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Inglaterra e França são os países mais representados no Europeu - Catarina Couto (árbitra) e Maria Rodrigues (jogadora) destacam-se nesta prova

Ao quarto dia de competição, o Europeu que conta com 31 países representados, destaque para a Inglaterra que é o país com mais jogadores, contando com 127 atletas, segue-se a França que põe em campo 103 jogadores. Os representantes alemães são 99 enquanto que da Dinamarca estão presentes 71. A Rússia e a Suécia enviaram o mesmo número de representantes – 60 jogadores. Estas seis nacionalidades são as que se destacam mais nas Caldas da Rainha.

 

Também com representações significativas, surge a Finlândia que marca presença com 48 jogadores e Espanha e Portugal que conta com 38 atletas. 21 jogadores vêm da Suíça e 20 da Polónia. A Áustria, Noruega, Itália e Holanda têm respetivamente 17, 16, 15 e 14 atletas.

 

Com participações menos numerosas, vêm 7 representantes da República  Checa bem como da Irlanda, 6 da Croácia, 5 da Hungria e da Ucrânia,  4 da Estónia e da Bélgica,  e apenas com 2 o Azerbeijão,  o Luxemburgo e a Estónia. Bielorússia, Bulgária, Eslovénia apenas têm um atleta cada.

 

A árbitra portuguesa Catarina Couto, tem apenas 19 anos, mas é uma das estrelas deste Europeu, natural de Santa Maria da Feira, a jovem árbitra nacional tem dado muito boa conta de si, fazendo um excelente trabalho até ao momento, tendo sido elogiada pelos responsáveis internacionais “Sou jogadora mas pareceu-me interessante estar do outro lado da competição. Gosto de estar a olhar para o jogo de uma forma diferente. Não é fácil, são muitas horas em campo, por vezes 12horas, com alguns intervalos”.

 

Confrontada com o dilema do coração pender para os jogadores portugueses Catarina explica: “Temos que ser imparciais, reconheço que os jogadores espanhóis são mais aguerridos em campo mas tenho sempre conseguido resolver tudo da melhor maneira. Depois temos também que estar atentos aos pormenores, os treinadores não podem estar de sandálias ou chinelos, devem estar de fato de treino entre outras coisas” . Catarina faz neste momento a sua estreia em competições internacionais nas Caldas da Rainha, mas começa a olhar já para uma carreira fora de portas e quem sabe um dia os Jogos Olímpicos.

 

Maria Paula Rodrigues Queluzé uma das jogadoras presentes neste europeu, conta com um largo currículo na modalidade além de ter passado a paixão à sua filha de 19 anos que já integra as fileiras da alta competição: “Experimentei o Badminton na escola, numa demonstração, acabei por me apaixonar pelo jogo, fui integrando a seleção nacional. Depois parei alguns anos e agora voltei a jogar. Foram bons jogos, muito disputados com adversários muito fortes. O meu par habitual lesionou-se por isso não foi possível vir a este europeu, por isso faço par com o Jorge Azevedo. Parece-me que conseguimos jogar bem uma vez que conseguimos passar a primeira ronda”.

Periodicidade Diária

segunda-feira, 19 de agosto de 2019 – 00:01:54

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