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Selecção Nacional concentra-se Domingo em Vila Flor

 

 

A Selecção Nacional de Seniores Masculinos, liderada por Hugo Silva, inicia no próximo domingo, em Vila Flor, o trabalho de preparação da Liga das Nações de Voleibol (Volleyball Nations League - VNL), cuja fase preliminar se disputa de 31 de Maio a 30 de Junho.


Portugal acolhe no Multiusos de Gondomar, nos dias 14 a 16 de Junho, a Pool 9, que traz ao nosso País as selecções do Brasil, Sérvia e China, respectivamente 1.º, 10.º e 20.º posicionados no Ranking Mundial (1 de Outubro 2018).

 

O Seleccionador Nacional, Hugo Silva, salienta a importância desta primeira etapa do estágio.

 

– A Selecção Nacional está prestes a iniciar os trabalhos com vista a duas provas-de-fogo. Estes momentos iniciais de estágios normalmente revelam-se importantes no desenrolar da preparação?
“A preparação inicial tem sido fundamental no que esta selecção tem feito e mais ainda quando o trabalho tem por finalidade colocar os níveis físicos, técnicos e tácticos no pico. Para muitos dos atletas, diria que é crucial em função de um pior momento de forma ou até mesmo de ritmo de treino e jogo que não tiveram. Acredito que com a carga de treino a este nível, todos vão estar, não no melhor momento, como é óbvio, num momento bom para encarar de frente tamanha competição. Serão 5 a 6 horas diárias focados num único objectivo, que é chegar ao melhor de cada um, pois não há outra forma de acrescentar algo a um colectivo que se quer forte”.

 

- O que significa para o Voleibol português a participação da Selecção Nacional na Liga das Nações de Voleibol e o quais os objectivos delineados para esta competição?
“Para Portugal, significa estar entre os melhores do mundo. Será uma experiência única para todos e Portugal vai participar por mérito desportivo e não por convite como acontecia na Liga Mundial.
O grande objectivo passa, como é óbvio, por sentir, crescer e desfrutar de uma das melhores e maiores competições desportivas do mundo. Como segundo grande objectivo (e bem ambicioso), queremos manter Portugal na elite mundial no próximo ano. Ninguém quer perder a possibilidade de jogar lado a lado com as maiores estrelas mundiais, nem tão pouco o público vai querer perder a possibilidade de estar com os maiores ídolos do Voleibol mundial”.

 

- A VNL traz ao nosso País o «número 1» mundial Brasil (+ Sérvia e China). Acreditam que o Multiusos de Gondomar estará cheio para acolher a Selecção nos dias 14 a 16 de Junho?
“Não só vai estar cheio como vai estar ao rubro, numa verdadeira festa do Voleibol. Ninguém vai querer perder a possibilidade de viver um dos mais importantes momentos da modalidade nos últimos anos. É impossível trocar a praia por um espectáculo de Voleibol que não acontece todos os dias, tal a dificuldade em estar numa competição destas”.

 

 

 

- Antes da participação nesta prestigiada competição, a nossa selecção vai efectuar estágios no Chile e na Argentina. Dois adversários diferentes mas igualmente importantes na preparação da equipa?
“Todos os jogos de preparação são importantes e o Chile, por ser uma das melhores selecções sul-americanas, pode ajudar e muito a nossa equipa a conseguir chegar a um bom ritmo competitivo. Além disso, a proximidade com a Argentina facilita todo um processo de adaptação que por norma estas grandes viagens causam. 
A Argentina será um pré-teste, o momento para sentir um adversário directo na luta pelo grupo desafiador, e igualmente importante porque será o derradeiro momento de preparação antes das grandes batalhas”.

 

 – 2018 Revelou-se um ano de ouro para Portugal, com o apuramento de três selecções para as fases finais dos Europeus e com a subida à VNL. 
2019 Deu(-nos) mais uma alegria, com o apuramento da Selecção de Sub-17 masculinos. Isto poderá ser demonstrativo de um futuro risonho para o Voleibol português?
“É motivo para estarmos mais preocupados em querermos manter-nos lá em cima. Esta tem de ser a nossa forma de estar: parar de fazer festas com apuramentos, ambicionar cada vez mais e melhor e ficar aborrecidos quando isto não acontecer, porque caso contrário não saímos deste «vai, não vai». 
A mim não me surpreendem estes apuramentos porque são fruto de um trabalho organizado, bem estruturado, reflectido cuidadosamente, com pessoas competentes e com uma Federação que tudo faz para melhorar dia a dia os nossos jovens voleibolistas.

Temos tudo para acreditar que estes momentos se irão repetir e que chegará o dia em que se festejará um título europeu”.

 

O início do estágio da Selecção Nacional de Seniores Masculinos está agendado para o dia 5 de Maio, em Vila Flor. 


A preparação dos portugueses inclui jogos particulares na América do Sul, com o Chile (20, 21 e 23 de Maio)* e a Argentina (25, 26 e 28 Maio), antes da VNL, e com a Eslováquia (em Portugal, nos dias 23, 24 e 25 de Agosto) e na República Checa (5, 6 e 7 de Setembro), tendo em vista o Campeonato da Europa de 2019.

 

*Chile x Portugal:
Dia 21 de Maio, às 17h00 locais no «Gimnasio Municipal» de Puente Alto
Dia 22 de Maio, às 20h00 locais no «Gimnasio H. Lizana», em Rancagua
Dia 23 de Maio, às 20h00 locais no «Gimnasio Ufro» de Temuco

 

Pré-convocatória (18 jogadores)

ZONAS 4
Alexandre Ferreira (Aluron Warta Zawiercie/POL)
João Simões (Sporting CP)
Lourenço Martins (SC Espinho)
Caíque Silva (AJF Bastardo)
André Marques (Famalicense AC)

DISTRIBUIDORES
Miguel Rodrigues (Rennes Volley/FRA)
Tiago Violas (SL Benfica)
Frederico Santos (Purdue Fort Wayne / EUA)

CENTRAIS
Filip Cveticanin (SL Benfica)
Phelipe Martins (SC Espinho)
Nuno Teixeira (VC Viana)
Guilherme Menezes (SC Espinho)

OPOSTOS
Marco Ferreira (SC Espinho)
Bruno Cunha (VC Viana)
Valdir Sequeira (Videx Grottazzolina/ITA)
Hugo Gaspar (SL Benfica)

LIBEROS
João Fidalgo (Sporting CP)
Gil Meireles (Esmoriz GC)

 

A turma das quinas vai participar na prestigiada VNL após ter conseguido vencer na Final da Volleyball Challenger Cup 2018 a República Checa por 3-1 (18-25, 25-22, 25-19 e 25-16).


A Liga das Nações é disputada por 16 selecções nacionais: 12 «fixas» que estão sempre qualificadas para a competição e quatro «desafiadoras» (em 2019, Portugal, Canadá, Bulgária e Austrália), sendo que a última classificada destas selecções desce à Golden League, sendo substituída pela vencedora da Challenger Cup, um torneio que qualifica o vencedor para a próxima edição da Liga das Nações como equipa «desafiadora».

 

A VNL é composta por duas fases.


A Fase Preliminar desenrola-se ao longo de cinco semanas. Cada semana, as selecções participantes são organizadas em pools de quatro equipas, disputadas em sistema de «round-robin» (todos contra todos) em países diferentes.


Qualificam-se para a Final Six as cinco primeiras da classificação geral, que se juntam à selecção do país organizador desta etapa decisiva. As seis selecções participantes formam duas pools de três equipas, que se defrontam no sistema de «round-robin». 


Os 1.º e 2.º classificados de cada pool apuram-se para as meias-finais e jogam em sistema cruzado (o 1.º classificado de uma pool defronta o 2.º classificado da outra pool).


Os vencedores encontram-se na Final para competir pelo título da VNL.

 

A Rússia venceu a primeira edição da Liga das Nações ao derrotar, na final disputada na cidade gaulesa de Lille, a França pela margem máxima: 3-0 (25-22, 25-20 e 25-23).

 

 

 

Periodicidade Diária

domingo, 22 de setembro de 2019 – 13:22:27

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